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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Dicas

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Estudar para alguns é um prazer, para outros, uma dificuldade. Para ajudar a estes dois grupos, abrimos uma seção para mostrar que o ato de estudar pode ser mais fácil para ambos.

Saber utilizar bem o espaço de estudo, ter cuidado ao fazer a redação, estudar diariamente e estudar em grupo: tudo isso pode ser uma mão na roda para quem precisa de um “empurrãozinho” nas notas. Além disso, a alimentação e as boas horas de sono são fundamentais para manter seu nível de concentração. Há também dicas para manter-se saudável e exercitar ou preservar a memória, fundamental para quem está se preparando para o vestibular.

Aqui você encontra não só uma ajuda para quem quer entrar numa boa universidade, mas também para quem já está na faculdade e ainda tem algumas dúvidas.


CANAIS DE DICAS

ARTIGOS DE DICAS

  • RedaçãoSaiba como produzir bem um texto e garantir uma boa classificação no vestibular.
  • A hora HO que fazer e o que não fazer no dia e na hora da prova do vestibular.
  • AlimentaçãoVeja como uma alimentação correta pode te ajudar a enfrentar a maratona de estudos pré-vestibular.
  • Estudo diárioVeja como estipular regras para te ajudar a estudar diariamente.
  • Estudo em grupoA maneira mais eficaz de aprender. Leia aqui o que não pode faltar no seu grupo.
  • Mudança de cursoAs vantagens e desvantagens de quem desiste da faculdade que já começou.
  • Escola sob medidaSaiba como escolher sem medo a sua instituição de ensino superior.
  • Espaço para estudoComo organizar corretamente o cantinho para estudar.
  • Melhorar a MemóriaMelhore sua memória e evite que ela se torne uma dor de cabeça para seus estudos.
  • É hoje! O que eu faço?Aprenda a se organizar – Algumas dicas para você sintonizar-se, antes, durante e após a prova.

Orientação Vocacional

Orientação Vocacional
Futuro. Quem pode imaginar o que se passará nele? Aos 17, 18 anos então, é que se imagina milhões de possibilidades de futuro pessoal. É aí que está uma das grandes dúvidas da grande maioria dos jovens (e talvez a questão mais difícil do vestibular): “Que curso fazer?”. Esta é uma escolha decisiva, que vai determinar o que você fará nos próximos anos de sua vida e mais, irá dizer qual a sua função no mundo.
Momento crítico, estresse de todos os lados, pressão absoluta. É muita coisa para alguém tão jovem. É por isso que o número de abandonos e transferências de cursos em universidades no Brasil continua crescendo. Cada vez mais jovens e imaturos, os estudantes ingressam em cursos que não conhecem direito, desistem e ficam “pulando de galho em galho” até descobrirem o que querem realmente. O processo acaba acontecendo na ordem inversa da natural, onde primeiro eles “praticam” o curso para depois conhecê-lo e saber se é isso ou não o que querem. 

Orientação
Essa é a importância de uma orientação profissional. Antigamente, no Brasil, as escolas realizavam durante os anos pré-vestibulares, testes vocacionais com os seus alunos. Aquele era o momento da análise, das opções, para depois fazer uma escolha. Hoje em dia, os testes vocacionais são realizados em poucas escolas particulares ou acabam sendo muito caros, o que limita o acesso de estudantes de baixa renda.
Esses testes não determinam o que você DEVE fazer, mas ajudam a delimitar a área de atuação mais favorável do indivíduo. Assim, a gama de opções de profissões se restringe àquela área, tornando mais objetivo o trabalho de orientação. Mas é claro que estas áreas de atuação são muito relativas. É preciso levar em conta que as profissões podem se combinar de várias maneiras, misturando várias ciências. A orientação vocacional é um processo de autodescoberta do jovem, que se sente perdido e sem norte. Para casos mais sérios, aconselha-se não só o teste em si, mas o acompanhamento com um psicólogo, pois os testes são padronizados, mas, as pessoas são diferentes. 

Teste vocacional
Geralmente, os modelos de testes vocacionais visam medir interesses, aptidões, a personalidade e a inteligência do jovem. São avaliadas ainda as suas habilidades, o seu nível de percepção, o raciocínio e a memória. É considerado também o lado pessoal, o equilíbrio mental e emocional, as angústias, os conflitos e as rivalidades da pessoa. Isso por meio de avaliações estruturais, dinâmicas e outros métodos. Além disso, são feitas entrevistas com o jovem e os pais, onde é feita a análise das situações rotineiras da família, o histórico cultural e familiar e os relacionamentos sociais que os envolvem. 
Todavia, uma boa orientação não pode se prender apenas a testes vocacionais, pois eles podem generalizar o comportamento dos indivíduos.

 
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